Comparado com o mercado residencial, o mercado empresarial exige hoje, aos integredores, soluções de nível mais elevado. Tanto na qualidade de serviços e equipamentos, como na fiabilidade e complexidade dos sistemas, bem como na gama de funções dos equipamentos.
Existem actualmente duas vertentes na abordagem aos sistemas VoIP para pequenas empresas.
Uma implica o alojamento externo à empresa dos serviços por parte do provedor, ficando o mesmo responsável por todo o equipamento e gestão.
A alternativa é um serviço instalado na própria empresa, onde o equipamento necessário para efectuar o serviço está instalado na empresa, sendo gerido pela mesma. O provedor do serviço passa apenas a fornecer a ligação e uma base de saída. Actualmente este tipo de ligação está ser disponibilizado por fornecedores de ligação à Internet, como um serviço de telefone suplementar.



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Como o UDP não fornece um mecanismo para assegurar que os pacotes de dados sejam entregues em ordem sequencial, ou ainda que forneça garantias de qualidade de serviço, as implementações VoIP sofrem com o problema de latência e jitter (variações de atraso). Esse problema é acentuado quando uma ligação por satélite é usada, devido ao grande atraso de propagação (entre 400 e 600 milisegundos para um satélite geoestacionário). O nó receptor deve reestruturar os pacotes IP que podem estar fora de ordem, atrasados ou desaparecidos, enquanto assegura o fluxo de áudio. Outro desafio para o roteamento de tráfego VoIP são os firewalls e os tradutores de endereço. O Skype utiliza um protocolo proprietário para rotear chamadas entre utilizadores Skype, permitindo atravessar NAT e firewall[1]. Outros métodos para passar firewalls incluem STUN e ICE. Em resumo, os principais desafios técnicos do VoIP são latência, perda de pacotes, eco, jitter e segurança. A principal causa de perda de pacotes é o congestionamento, que pode ser controlado por gerenciadores de congestionamento de rede. Causas comuns de eco incluem inconsistências de impedância em circuitos analógicos. Do ponto de vista de gestão, se a estrutura de rede e os equipamentos forem antigos ou inexistentes, uma mudança para VoIP pode custar alto para a aquisição de novos equipamentos como a cablagem, comutadores, roteadores, telefones IP (cujo preço é mais alto que um telefone analógico), e aumento da banda de ligação (para suportar essa nova tecnologia), além da mão de obra especializada.
O procedimento consiste em digitalizar a voz em pacotes de dados para transitar pela rede IP e converter em voz novamente no destino.Uma ligação via IP segue as seguintes etapas. O utilizador levanta o auscultador, e nesse momento é emitido um sinal para a aplicação sinalizadora do roteador de "telefone activo". A parte de aplicação emite um sinal de discagem. O utilizador digita o número de destino, cujos dígitos são acumulados e armazenados pela aplicação da sessão. Os gateways comparam os dígitos acumulados com os números programados; quando há uma coincidência ele mapeia o endereço discado com o IP do gateway de destino. A aplicação de sessão roda o protocolo de sessão sobre o IP, para estabelecer um canal de transmissão e recepção para cada direção através da rede IP. Se a ligação estiver sendo realizada por um PABX, o gateway troca a sinalização analógica digital com o PABX, informando o estado da ligação. Se o número de destino atender a chamada, é estabelecido um fluxo RTP sobre UDP entre o gateway de origem e destino, tornando a conversação possível. Quando qualquer das extremidades da chamada desligar, a sessão é encerrada. .



